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Começando a nos movimentar


Cá estou eu novamente, me movimentando para que as pernas não voltem a atrofiar, como já ocorreu outras tantas vezes. Neste blog, como no anterior, irei publicar histórias curtas ou médias ao longo do tempo. Mas não irei fazer somente isto. Diferente do anterior, publicarei aqui algumas coisas que vão além da minha função como escritora, e trazem também o meu lado de leitora e apreciadora de artes (ou, algumas vezes, ser humano banal, como qualquer um de nós). Trarei dicas (com críticas, é claro) de livros, filmes, peças de teatro, ensaios fotográficos, música, blogs, dentre outros. Claro que eu não sou uma enciclopédia, então adoraria receber sugestões sobre possíveis temas ou obras para serem abordados aqui (entenderam a indireta, né? hehehhe).

Para começar com o pé direito trago até vocês um livro nacional que me inspirou uma ótima semana.




De Leandro @Radrak Reis:

Legado dos Goldshine - Livro 1: Filhos de Galagah


Sinopse:


Filhos de Galagah, traz a você, personagens inesquecíveis que irão te acompanhar neste mundo de glórias e tragédias. Heróis nobres e companheiros de passado sombrio, que põe em prática o treinamento de uma vida.

Galatea é uma heroína de ideais nobres, filha do rei e Campeã Sagrada de sua religião, que parte para uma busca ordenada por seus sacerdotes, dragões. Iallanara é uma bruxa rejeitada pela sociedade, uma assassina fria presa a um ser cruel e misterioso. Ela se juntará à Campeã Sagrada para proteger-se e tentar buscar sua liberdade, criando um relacionamento de mentiras e desconfianças. Por último, Gawyn um elfo criado por humanos, e Sephiros, um elfo forjado para a batalha, serão convidados a proteger estas mulheres, entrando em um relacionamento mais intrigante que qualquer aventura.

A jornada os levará a lendária Lemurian, a cidadela invertida, onde o destino decidirá o sucesso ou fracasso na busca do que procura: A Primeira Runa.”



(fonte: http://www.grinmelken.com.br/lancamentoL1.html)

Minha humilde opinião:


Antes de mais nada, que fique bem claro que Leandro Reis ( o @Radrak do twitter ) me deve uma manicure! Durante a semana que me dediquei à leitura de seu livro de estréia “Filhos de Galagah”, não só devorei cada linha com fome atroz, como destrui as minhas unhas em cada instante de tensão e expectativa (que não foram poucos, acredite-me!)

A trama mais do que interessante, contada com uma das melhores narrativas que vi recentemente, me deixou sentada na cama além da hora, curvada sobre as páginas de um livro, exatamente da maneira que eu adoro. Desesperada para chegar ao fim, e com medo de ter que dizer “tchau”.

A história somada a maneira que esta é contada não teriam um sabor tão adstringente (e quando digo isto, não o digo como uma crítica negativa. É um gosto que fica na boca por muito tempo, cutucando-nos para que peguemos o livro e não o soltemos até ter chego ao fim. E depois irá te perturbar para ir atrás da continuação.) se não fossem pelas personagens que povoaram este mundo novo impresso em papel branco.

Me encantei com Sephiros e Gawyn, ri ao lado deles, e me comovi com suas tragédias, sem, em momento algum, deixar de me impressionar por sua força de caráter e de vontade. Berrei com Airon quando foi necessário, e abracei Elaine desesperadamente, quando esta se encontrava inconsolável. Em Galatea e Ethan enxerguei a coragem e a fé de verdadeiros paladinos, os admirei por isso e, mesmo nunca tendo simpatizado com a “classe” (eu sempre joguei como ladina, com licença... hehehe), quis pegar em armas e lutar ao lado deles, pelos valores deles.

Temi Enelock como uma criança, e senti o sangue correr mais devagar, gelado de pavor, quando Merkanos estava há apenas poucos passos.

Se me dessem a oportunidade teria saltado em uma das carroças da Companhia de Dalmut para viajar ao lado deles por Grinmelken, ou pego em armas e decapitado Sukemarantus, como ele merecia! E admito, sem vergonha alguma, que teria me sentido honrada em aprender a arte da espada com Módius e Tenários.

E, depois de tantos amigos e inimigos citados, me reservo o direito de ter meus três favoritos, ainda inéditos neste texto. Estes me conquistaram de uma maneira diferenciada. Não que não tenha me comovido com os demais, mas estes três dominaram sobre uma parte de mim que normalmente permanece vazia. Vanliot, o Bobo da Corte; Thomasil Goldshine, o príncipe de Galagah; Iallanara Nindra, a Bruxa Vermelha. Foram as aparições destes, seus sonhos e suas descrenças, seus dramas e suas dificuldades que me arrancaram sorrisos, lágrimas secas, taquicardias inesperadas e até mesmo unhas! Se eu fosse explicar o que neles me cativou, acabaria dizendo detalhes cruciais, que arruinariam o seu divertimento. Só posso dizer que, de certa forma, estes foram os três mais humanos da história, e, por isso, foi a perspectiva deles que me soou mais próxima, mais palpável e, por isso, mais atraente.

Encerro com apenas uma dica: Se você ainda não leu “Filhos de Galagah”, porque ainda esta parado na frente do computador encarando o meu blog? Vá comprá-lo e lê-lo, pois, definitivamente, vale a pena!

Parabéns a Leandro @Radrak Reis e a Editora Idea ( @ideaeditora ) por esta maravilhosa obra. Clique aqui para assistir ao booktrailer de “Filhos de Galagah, para que vocês tenham (mais um) preview do que os espera ao lado de Galatea Goldshine. Se quiserem saber mais sobre o universo de Grinmelken, acessem o site www.grinmelken.com.br



p.s.: Ainda vai demorar um pouco para a crítica sobre o “Senhor das Sombras”, o livro dois da saga, porque, no mínimo, preciso de mais unhas para roer (se comprá-lo agora vou terminar comendo carne, e isso não é legal...)


Espero que tenham gostado. Não esqueçam de deixar seus comentários. Estarei de volta antes do que possam imaginar.


Minhas despedidas e agradecimentos pela atenção,



Nínive Leikis.




Aqui quem fala é nive Leikis,

a escritora que (há muito tempo atrás, em uma era distante... -ou nem tanto) costumava postar no Meu nome não é Níh;. Quando iniciei o meu antigo blog meus projetos não sabiam andar, e viviam tropeçando, apoiados nas paredes e batendo a cabeça em maçanetas maciças de portas difíceis de se abrir. Agora, nem tanto tempo depois, parece que finalmente os joelhos se firmaram e os passos, mesmo que vagarosos e amedrontados, estão com o caminho definido, começando (uma vez mais) esta jornada.
E, nada melhor para acompanhar um recomeço, do que outro (recomeço).
De agora em diante este será o meu blog, e desta vez ele será ativo (já que, para este, houve um planejamento).

Agradeço àqueles que seguiam o antigo blog, e agora estão tendo a paciência de me acompanhar para este novo. Agradeço também aos novos leitores.

Dentro em breve voltarei, com algo mais substâncial do que estas explicações.

Até mais ver,



Nínive Leikis.

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