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Mostrando postagens com marcador Literatura Nacional. Mostrar todas as postagens
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Série de explicações

Depois de meses e meses (suponho que 2012 já chegou, portanto o post deve ser breve para evitar o fim do mundo), retornei. Como dizem "o bom filho a casa torna", e acredito que a frase pode ser usada para ambos os gêneros. Antes de tudo e qualquer coisa: minha ausência é justificável. E que justificativa é essa? Simples, duas palavras.
E o que seria isto? Bem, Arena Fantástica é um blog formado por mim e outros quatro escritores cujo objeto é falar exatamente sobre nosso assunto favorito: literatura fantástica, com um destaque óbvio para a nacional. É lá agora que colocarei notícias sobre eventos, resenhas, e outras coisas do tipo. Aqui voltarei a postar contos, poesias, e algumas fotografias, quando achar que elas merecem. Tentarei criar uma rotina por aqui, assim como venho fazendo com o @arenafantastica.

Uma dica



O tal blog do qual falei anteriormente, no qual venho realizando posts com a frequência desejosa para este, esta fazendo uma promoção. Na realidade, um sorteio! Graças à simpática colaboração do autor Alfer Medeiros, um exemplar autografado do livro Fúria Lupina, a inauguração de sorteios de livros da Arena é de um tema que eu amo (lobisomens *-*). A promoção teria sua conclusão amanhã, às 00h00, mas pelo que conversei com a equipe, estenderemos até domingo, às 19h00.
Sigam o twitter do blog @arenafantástica para ficar de olho nas novidades do blog (o que inclui outros sorteios!).

Lista

"Pessoas que deveriam morrer de maneiras dolorosas".

É um costumo já velhinho meu o de expressar minha revolta com esta sentença. "Pessoa que inventou tal coisa deveria morrer de uma forma muito dolorosa". Muitos são os que concordam com minhas sentenças, e acho interessante compartilhá-la. Vez ou outra aparecerei com outros itens para adicionar.

  • O cara que inventou a etiqueta de camiseta deveria morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou a legenda branca deveria morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou o vestido tomara que caia deveria morrer de uma forma dolorosa.
Acho que este eu tenho que explicar. Para muitas pessoas, esta condenação não faz sentido, por os vestidos tomara-que-caia são bonitos, sexys, blá, blá, blá. Para mim, são horríveis! Não que fiquem feios, mas são o cúmulo do desconforto. Ficam querendo se ajeitar de uma maneira que destaque gordurinhas embaixo do braço (e até as magrinhas reclamam disso!), além de deixar meu pescoço e braço enormes.
  • O cara que inventou o vestibular devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou a Stephenie Meyer devia morrer de uma forma dolorosa!
  • O cara que inventou a lista de livros fuvest/unicamp devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que mudou os vestibulares fuvest/unicamp devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou o ENEM devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou de tirar do currículo lógica devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que inventou aula de música na escola (na qual só tocamos flauta doce!) devia morrer de uma forma dolorosa.
  • O cara que escolheu as carteiras do Anglo J. Dias devia morrer de uma forma dolorosa.

E por hoje é só! Outro dia eu volto para matar mais pessoas!

-Nínive Leikis

Começando a nos movimentar


Cá estou eu novamente, me movimentando para que as pernas não voltem a atrofiar, como já ocorreu outras tantas vezes. Neste blog, como no anterior, irei publicar histórias curtas ou médias ao longo do tempo. Mas não irei fazer somente isto. Diferente do anterior, publicarei aqui algumas coisas que vão além da minha função como escritora, e trazem também o meu lado de leitora e apreciadora de artes (ou, algumas vezes, ser humano banal, como qualquer um de nós). Trarei dicas (com críticas, é claro) de livros, filmes, peças de teatro, ensaios fotográficos, música, blogs, dentre outros. Claro que eu não sou uma enciclopédia, então adoraria receber sugestões sobre possíveis temas ou obras para serem abordados aqui (entenderam a indireta, né? hehehhe).

Para começar com o pé direito trago até vocês um livro nacional que me inspirou uma ótima semana.




De Leandro @Radrak Reis:

Legado dos Goldshine - Livro 1: Filhos de Galagah


Sinopse:


Filhos de Galagah, traz a você, personagens inesquecíveis que irão te acompanhar neste mundo de glórias e tragédias. Heróis nobres e companheiros de passado sombrio, que põe em prática o treinamento de uma vida.

Galatea é uma heroína de ideais nobres, filha do rei e Campeã Sagrada de sua religião, que parte para uma busca ordenada por seus sacerdotes, dragões. Iallanara é uma bruxa rejeitada pela sociedade, uma assassina fria presa a um ser cruel e misterioso. Ela se juntará à Campeã Sagrada para proteger-se e tentar buscar sua liberdade, criando um relacionamento de mentiras e desconfianças. Por último, Gawyn um elfo criado por humanos, e Sephiros, um elfo forjado para a batalha, serão convidados a proteger estas mulheres, entrando em um relacionamento mais intrigante que qualquer aventura.

A jornada os levará a lendária Lemurian, a cidadela invertida, onde o destino decidirá o sucesso ou fracasso na busca do que procura: A Primeira Runa.”



(fonte: http://www.grinmelken.com.br/lancamentoL1.html)

Minha humilde opinião:


Antes de mais nada, que fique bem claro que Leandro Reis ( o @Radrak do twitter ) me deve uma manicure! Durante a semana que me dediquei à leitura de seu livro de estréia “Filhos de Galagah”, não só devorei cada linha com fome atroz, como destrui as minhas unhas em cada instante de tensão e expectativa (que não foram poucos, acredite-me!)

A trama mais do que interessante, contada com uma das melhores narrativas que vi recentemente, me deixou sentada na cama além da hora, curvada sobre as páginas de um livro, exatamente da maneira que eu adoro. Desesperada para chegar ao fim, e com medo de ter que dizer “tchau”.

A história somada a maneira que esta é contada não teriam um sabor tão adstringente (e quando digo isto, não o digo como uma crítica negativa. É um gosto que fica na boca por muito tempo, cutucando-nos para que peguemos o livro e não o soltemos até ter chego ao fim. E depois irá te perturbar para ir atrás da continuação.) se não fossem pelas personagens que povoaram este mundo novo impresso em papel branco.

Me encantei com Sephiros e Gawyn, ri ao lado deles, e me comovi com suas tragédias, sem, em momento algum, deixar de me impressionar por sua força de caráter e de vontade. Berrei com Airon quando foi necessário, e abracei Elaine desesperadamente, quando esta se encontrava inconsolável. Em Galatea e Ethan enxerguei a coragem e a fé de verdadeiros paladinos, os admirei por isso e, mesmo nunca tendo simpatizado com a “classe” (eu sempre joguei como ladina, com licença... hehehe), quis pegar em armas e lutar ao lado deles, pelos valores deles.

Temi Enelock como uma criança, e senti o sangue correr mais devagar, gelado de pavor, quando Merkanos estava há apenas poucos passos.

Se me dessem a oportunidade teria saltado em uma das carroças da Companhia de Dalmut para viajar ao lado deles por Grinmelken, ou pego em armas e decapitado Sukemarantus, como ele merecia! E admito, sem vergonha alguma, que teria me sentido honrada em aprender a arte da espada com Módius e Tenários.

E, depois de tantos amigos e inimigos citados, me reservo o direito de ter meus três favoritos, ainda inéditos neste texto. Estes me conquistaram de uma maneira diferenciada. Não que não tenha me comovido com os demais, mas estes três dominaram sobre uma parte de mim que normalmente permanece vazia. Vanliot, o Bobo da Corte; Thomasil Goldshine, o príncipe de Galagah; Iallanara Nindra, a Bruxa Vermelha. Foram as aparições destes, seus sonhos e suas descrenças, seus dramas e suas dificuldades que me arrancaram sorrisos, lágrimas secas, taquicardias inesperadas e até mesmo unhas! Se eu fosse explicar o que neles me cativou, acabaria dizendo detalhes cruciais, que arruinariam o seu divertimento. Só posso dizer que, de certa forma, estes foram os três mais humanos da história, e, por isso, foi a perspectiva deles que me soou mais próxima, mais palpável e, por isso, mais atraente.

Encerro com apenas uma dica: Se você ainda não leu “Filhos de Galagah”, porque ainda esta parado na frente do computador encarando o meu blog? Vá comprá-lo e lê-lo, pois, definitivamente, vale a pena!

Parabéns a Leandro @Radrak Reis e a Editora Idea ( @ideaeditora ) por esta maravilhosa obra. Clique aqui para assistir ao booktrailer de “Filhos de Galagah, para que vocês tenham (mais um) preview do que os espera ao lado de Galatea Goldshine. Se quiserem saber mais sobre o universo de Grinmelken, acessem o site www.grinmelken.com.br



p.s.: Ainda vai demorar um pouco para a crítica sobre o “Senhor das Sombras”, o livro dois da saga, porque, no mínimo, preciso de mais unhas para roer (se comprá-lo agora vou terminar comendo carne, e isso não é legal...)


Espero que tenham gostado. Não esqueçam de deixar seus comentários. Estarei de volta antes do que possam imaginar.


Minhas despedidas e agradecimentos pela atenção,



Nínive Leikis.



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